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Higiene e limpeza escolar: como proteger alunos e equipes de vírus e bactérias
Vírus e bactérias estão presentes em todos os ambientes e podem se espalhar com muita facilidade, especialmente em lugares com muitas pessoas, como as escolas. Para evitar que esses microrganismos se espalhem e causem doenças, é necessário adotar hábitos simples de higiene e manter uma rotina constante de limpeza dos espaços escolares.
Este subtópico apresenta orientações práticas para ajudar toda a comunidade escolar a reduzir os riscos de contaminação e transmissão de doenças.
1. Higienização frequente das mãos
As mãos são uma das principais formas de transmissão de vírus e bactérias. Isso acontece porque, ao tocarmos objetos e superfícies contaminadas, os microrganismos podem se transferir para nossa pele e, em seguida, para os olhos, boca ou nariz.
Como prevenir:
- Lavar as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos, principalmente:
- Antes e depois das refeições;
- Após usar o banheiro;
- Ao chegar na escola;
- Depois de espirrar, tossir ou assoar o nariz. - Usar álcool em gel 70% quando não for possível lavar as mãos.
2. Higiene respiratória
Vírus que causam gripes, resfriados e até COVID-19 podem se espalhar pelo ar através de gotículas de saliva.
Boas práticas:
- Cobrir a boca e o nariz com o braço (ou lenço descartável) ao tossir ou espirrar.
- Jogar lenços usados no lixo imediatamente.
- Evitar tocar o rosto com as mãos sujas.
3. Limpeza e desinfecção de superfícies e objetos
Locais e objetos tocados por muitas pessoas devem ser limpos e desinfetados regularmente. Isso inclui maçanetas, interruptores, carteiras, mesas, corrimãos, torneiras e brinquedos.
Rotinas recomendadas:
- Usar desinfetantes adequados;
- Realizar limpeza diária nas salas, banheiros, refeitórios e corredores;
- Reforçar a higienização em períodos de maior circulação de pessoas ou durante surtos de doenças.
4. Ambientes bem ventilados
Ambientes fechados aumentam o risco de propagação de doenças respiratórias. A ventilação ajuda a renovar o ar e a dispersar partículas contaminadas.
Como melhorar a ventilação:
- Manter janelas e portas abertas sempre que possível;
- Evitar o uso contínuo de ar-condicionado em locais sem circulação natural de ar;
- Promover aulas ao ar livre, quando apropriado.
5. Cuidados com materiais compartilhados
Na escola, é comum que os alunos compartilhem lápis, livros, brinquedos e outros materiais. No entanto, isso pode facilitar o contágio.
Orientações:
- Sempre que possível, cada aluno deve ter seus próprios materiais;
- Materiais de uso coletivo devem ser limpos com frequência;
- Após o uso de brinquedos e equipamentos, fazer a higienização adequada.
6. Isolamento de casos suspeitos
Quando uma pessoa apresenta sintomas de doenças contagiosas (como febre, tosse, dor de garganta ou diarreia), o ideal é não frequentar a escola até que esteja totalmente recuperada.
A escola pode contribuir:
- Orientando alunos, pais e funcionários sobre a importância de ficar em casa em caso de sintomas;
- Comunicando a equipe pedagógica e de limpeza quando houver suspeita de contaminação;
- Aumentando os cuidados de higiene em áreas onde a pessoa circulou.
7. Educação e conscientização contínua
A prevenção só é eficaz quando todos participam. Por isso, é importante que a escola mantenha ações constantes de orientação e reforço das boas práticas de higiene.
Exemplos de ações:
- Fixar cartazes com lembretes sobre a lavagem das mãos;
- Promover palestras e atividades educativas;
- Incluir o tema nas conversas com alunos e reuniões com a equipe.