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COMENTÁRIOS

5.0

5 Avaliações
cleusa maria borges da rocha
★★★★★
cleusa maria borges da rocha

Trabalho na biblioteca da escola e adorei o curso, me ensinou a como ajudar os alunos a escolher um livro conforme sua idade.

ROSÁLIA SOUZA DE OLIVEIRA
★★★★★
ROSÁLIA SOUZA DE OLIVEIRA

Estou amando fazer o curso. Já naveguei por todas as páginas e o material é de excelente qualidade. Pretendo maratonar e, com certeza, vou solicitar meu certificado ao final da avaliação. Como trabalho em uma biblioteca escolar, o curso vai enriquecer muito meu trabalho na hora da contação de histórias. Grata.

Maria Lucila Furlan Gaiotti
★★★★★
Maria Lucila Furlan Gaiotti

Gostei do curso, parte teórica muito rica em detalhes mas faltou a parte prática da contação.

JOSEFA ADEILDA DE OLIVEIRA
★★★★★
JOSEFA ADEILDA DE OLIVEIRA

Gostei do jeito como foi abordado o curso. Parabéns!!!

CLEUSA MARIA BORGES DA ROCHA
★★★★★
CLEUSA MARIA BORGES DA ROCHA

AMEI O CURSO

CONTOS INFANTIS BRASILEIROS


  • O arco íris


Quando chove e aparece o sol, a luz que bate nas gotas de água desenha no céu esse maravilhoso fenômeno semicircular chamado arco-íris, e que é formado por uma família de sete cores.

Os pais primários de todas as cores que existem são três: o vermelho, o amarelo e o azul.

A seguir ao vermelho fogo, vem o amarelo ouro e, entre os dois, fica o laranja, cor secundária, filha da cálida união dos dois.

O amarelo luminoso e o azul aéreo criam o equilibrado verde, dono da primavera.

Depois do azul vem outro azul irmão, que se chama anil ou índigo, profundo e único como tu, e no fim vem o místico violeta, fusão do azul com o vermelho.

E quando todos dançam em roda, dá-se o milagre absoluto do branco: o arco-íris!


  • O aniversário do Sr. Leão


Conversavam a Girafa e a Elefanta, muito animadas, e sabes do que falavam?

Queriam festejar o aniversário do Senhor Leão e convidar todos os animais da selva!

A Pomba e o sr. Mocho foram encarregadas de avisar toda a selva.

No dia seguinte, com um sol radioso, puseram-se a trabalhar.

Fizeram um grande bolo para que chegasse para todos.

Formaram uma grande orquestra e deixaram tudo preparado.

O macaquinho Titi ficou encarregado de ir chamar o Leão e toda a sua família, que não sabiam de nada.

Quando chegou, o Leão ficou muito emocionado e feliz.

Cantaram-lhe os parabéns e começou a festa, que durou uma semana inteira!


  • O coelho das orelhas compridas


Amanhecia no bosque quando o coelhinho das orelhas grandes saiu de casa com o seu macacão azul e uma cesta, para comprar legumes e frutas.

Saltando entre pinheiros e amoras, de onde começaram a sair tordos, cães e ratinhos para o ajudar nas compras, logo chegou à feira.

Escolheu cenouras, alfaces e rabanetes, para fortalecer os olhos e os dentes.

Também maçãs com vitaminas para adoçar a merenda e todas as outras que vocês quiserem recomendar-lhe que leve.

No seu regresso, a mesa estava posta e os seus 15 irmãozinhos, com as patinhas lavadas, esperavam sentados para almoçar.

Depois de lavar as dentolas e dormir a sesta, saíram, como recompensa, para brincar com os seus amigos, os bichinhos, as aves e os insetos do bosque.


  • Tita e Lola


Tita era uma cachorrinha muito querida e mimada, mas que vivia sozinha o dia inteiro, a coitada.


É que seus donos passavam muitas horas trabalhando e Tita, sem outra escolha, ficava sempre esperando.


As horas passavam lentas, quase nada acontecia, os segundos se arrastavam, Tita acordava e dormia.


E quando chegava à noite era uma festa sem fim! Tita recebia os donos tremendo feito um pudim!


Mas de manhã, no outro dia, logo vinha a solidão... Os seus olhos perseguindo os donos pelo portão...


Numa tarde bem chuvosa, de repente uma surpresa! Trouxeram um novo cãozinho:


- Venha ver, minha princesa!


Só que a Tita não gostou nem um pouco do que viu, nem daquilo que cheirou, nem daquilo que sentiu.


Latindo forte e rosnando, mirando bem no nariz, veio logo abocanhando e não pegou por um triz!


E foi assim que a Tita conheceu o cão estranho. Descobriu que era uma fêmea e precisava de um banho!


Ela se chamava Lola e ainda era um bebê! A Tita quebrou a cuca sem saber o que fazer...


Porque a Lola aprontava uma enorme confusão! E sempre que ela chegava Tita perdia seu chão.


Lola roubava a bola, cheia de baba e sujeira, e jogava na comida, numa baita melequeira!


Esburacava o pijama, se enrolava numa fita, roubava o lugar na cama, pisando em cima de Tita!


Destruía as almofadas, roía os móveis sem dó, fuçava o lixo de noite, causando um bom quiproquó!


E se a Tita reclamava, levava logo uma bronca. - Ela ainda é um bebê! Fica quieta e não apronta!


Tita ficou magoada, quis ir embora e sumir, mas percebeu, amuada, que não tinha pra onde ir...


Numa noite bem escura, começou a trovoar. Tita, que era madura, não era boba de ligar!


Mas a Lola inocente, vendo o mundo naufragar, sentiu medo e de repente começou a soluçar.


Era um choro amedrontado de cortar o coração. Tita, antes magoada, sentiu pena e aflição.


Com a garganta apertada e uma secura na boca, sem saber o que fazer pôs-se a uivar meio rouca.


Lola ficou em silêncio, respirando sem parar, mas logo sentiu o apelo e junto pôs-se a uivar.


Cantaram por muito tempo, cada qual com sua voz, diluindo no tormento o medo triste e feroz.


Procurando por carinho a Lola veio chegando. Foi de leve e de mansinho, na Tita se aconchegando.


E a Tita disfarçou. Fingiu que não estava vendo... Fez ar de quem não ligou, que não estava percebendo...


Mas, a partir deste dia, veja só como é a vida: Tita tinha companhia! Lola ganhou uma amiga!


E não pense que por isso acabou a confusão. Às vezes, Tita acordava com humor de furacão!


E se a pequena insistia depressa a Tita rosnava! E, se a Lola bobeava, quase, quase que pegava!


E eram as duas ganindo, dividindo a solidão, ambas com os olhos seguindo os donos pelo portão...


Mas, mal os donos sumiam, já começava a folia: Lola e Tita viviam brincando com alegria!


Porque a vida é assim, às vezes tem solidão, sem ninguém pra dividir nossa dor no coração...


Mas não vá desanimar! Ouça bem uma verdade: saiba que tudo melhora com uma boa amizade!


  • Nino quer um amigo


Nino, por que você está sempre tão sério e cabisbaixo?


Nino vivia triste. Ele se sentia sozinho. Ninguém queria ser amigo dele.


Pobre Nino.


Um dia, na praia, ele ficou esperançoso de encontrar um amigo.


- Ah, um menino. Quem sabe..., e tentou chegar perto dele.


Mas o menino virou para o lado, cavou um buraco.


E ainda jogou areia no Nino.


Coitado dele.


Outro dia, na escola, ele tentou puxar conversa com uma colega de turma. Olhou para a menina, que era toda sardenta, uma graça. Esboçou um sorriso e tentou puxar assunto.


Mas estava tão acostumado a ficar calado e sério que as palavras demoraram a sair de sua boca.


A menina bonitinha desistiu de esperar que ele dissesse alguma coisa. Virou-se de costas e foi brincar com uma amiga.


Tadinho do Nino.


Nem os animais pareciam querer ser seus amigos.


Uma tarde, Nino viu um menino com um cão passeando na praça.


Ficou com vontade de agradar o cachorro, mas ficou com medo de que ele mordesse.


Fez um agrado bem tímido.


O cão nem aí para ele.


Que pena, Nino.


Até que um dia, ele tinha desistido de procurar.


Pensando em por que, quanto mais tentava encontrar um amigo, mais sozinho se sentia...


Ficou distraído, pensando, e adormeceu.


Quando acordou, olhou-se no espelho.


Enquanto escovava os dentes, percebeu que fazia muitas caretas.


Achou engraçado. Enxaguou a boca e continuou brincando com o espelho.


Era riso daqui, riso de lá. Era língua do Nino e língua do espelho. Piscadela aqui, piscadela ali. Começou ali uma verdadeira folia. Era um jogo de reconhecimento entre Nino e sua imagem no espelho. E não é que Nino era bem engraçadinho? Ele mesmo nunca tinha reparado nisso antes.


Que cara legal era o Nino.


Que garoto charmoso, bem-humorado!


Nino ficou encantado com seu espelho.


Fez-se ali uma grande amizade.


E depois dessa amizade surgiram muitas outras.


Nino hoje é um cara cheio de grandes amigos. Incluindo ele mesmo.


Valeu, Nino.


  • O galo que logrou a raposa


Um velho galo matreiro, percebendo a aproximação da raposa, empoleirou-se numa árvore. A raposa, desapontada, murmurou: “… Deixe estar, seu malandro, que já te curo!…” E em voz alta:


– Amigo, venho contar uma grande novidade: acabou-se a guerra entre os animais. Lobo e cordeiro, gavião e pinto, onça e veado, raposa e galinhas, todos os bichos andam agora aos beijos, como namorados. Desça desse poleiro e venha receber o meu abraço de paz e amor.


– Muito bem! – exclamou o galo. Não imagina como tal notícia me alegra! Que beleza vai ficar o mundo, limpo de guerras, crueldades e traições! Vou já descer para abraçar a amiga raposa, mas… como lá vêm vindo três cachorros, acho bom esperá-los, para que eles também tomem parte na confraternização.


Ao ouvir falar em cachorros Dona Raposa não quis saber de histórias, e tratou de por-se a fresco, dizendo:
– Infelizmente, amigo Có-ri-có-có, tenho pressa e não posso esperar pelos amigos cães. Fica para outra vez a festa, sim? Até logo.


E raspou-se.


Contra esperteza, esperteza e meia.


  • Dona Cotinha, Tom e Gato Joca


Em frente à minha casa tem outra casa, pequena, de madeira, azul com janelas brancas. Está no fim de um terreno enorme com muitas árvores. Para mim aquilo é o que chamam de floresta. Tom diz que é um quintal. Ali mora dona Cotinha, uma velhinha que tem cabelos lilás e dirige um Fusquinha vermelho. Esse passou a ser meu esconderijo. Dona Cotinha sempre aparece com um prato de comida. Diz:


- Vem, gatinho. Olha só o que eu trouxe para você.


Sou premiado com sardinha fresca, atum, macarrão. Tenho engordado além da conta. Dia desses estava tomando sol e ouvi o Tom me chamar. O danado sentiu meu cheiro e descobriu meu segredo. Ele estava no portão quando chegou dona Cotinha, no seu Fusquinha.


- Bom dia, menino - disse ela. Já que está em frente à minha casa, faça uma gentileza e abra o portão.


Tom obedeceu. Dona Cotinha afagou minha cabeça e perguntou:


- Este gatinho é seu?


- Sim, senhora.


- Ele é muito educado.


- Obrigado - disse eu, na minha voz de gato.


- No primeiro dia que o vi por aqui, ele entrou na casa e cheirou tudo. Agora, sempre deixo uma comidinha para ele!


- Ah! Mas o Joca não come comida de gente, não, senhora. Só come ração - disse o Tom.


- Come, sim, meu filho. E come de tudo.


Dona Cotinha acabava de denunciar minha gula e o aumento de peso. Continuou:


- Passe aqui no fim da tarde. Faço um bolo de fubá com cobertura de chocolate que é de dar água na boca.


Com água na boca fiquei eu. Naquela tarde voltamos à casa de dona Cotinha. Ela foi logo mostrando pro Tom uma coleção de carrinhos antigos. Era do filho dela, que morreu bem pequeno. Depois nos levou para uma sala repleta de livros. Tom ficou de boca aberta e perguntou:


- A senhora já leu todos esses livros?


- Praticamente todos. Ler foi minha diversão, meu bom vício. Infelizmente meus olhos não ajudam mais. Essa pilha que você está vendo aqui ainda nem foi tocada.


Tom começou a ler em voz alta, e sua voz encheu a sala de seres fantásticos. O tempo parou.


Desse dia em diante, à tardinha, eu e Tom tínhamos uma missão. Abrir os livros de dona Cotinha e deixar os personagens passearem pela casa mágica, no meio da floresta da cidade de pedra.

Este artigo pertence ao Curso Contação de Histórias

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cleusa maria borges da rocha
★★★★★
cleusa maria borges da rocha

Trabalho na biblioteca da escola e adorei o curso, me ensinou a como ajudar os alunos a escolher um livro conforme sua idade.

ROSÁLIA SOUZA DE OLIVEIRA
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ROSÁLIA SOUZA DE OLIVEIRA

Estou amando fazer o curso. Já naveguei por todas as páginas e o material é de excelente qualidade. Pretendo maratonar e, com certeza, vou solicitar meu certificado ao final da avaliação. Como trabalho em uma biblioteca escolar, o curso vai enriquecer muito meu trabalho na hora da contação de histórias. Grata.

Maria Lucila Furlan Gaiotti
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Maria Lucila Furlan Gaiotti

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JOSEFA ADEILDA DE OLIVEIRA
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Gostei do jeito como foi abordado o curso. Parabéns!!!

CLEUSA MARIA BORGES DA ROCHA
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CLEUSA MARIA BORGES DA ROCHA

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