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Regra prática: petiscos não ultrapassando 10% das calorias diárias do pet
Petiscos são uma ótima forma de reforçar o vínculo entre tutor e pet, além de serem úteis no treino e no enriquecimento ambiental. No entanto, quando oferecidos em excesso, eles podem desequilibrar a dieta e contribuir para ganho de peso, carências nutricionais ou até problemas digestivos.
Por isso, especialistas em nutrição animal recomendam a regra dos 10%:
os petiscos não devem ultrapassar 10% das calorias diárias que o animal precisa. Os outros 90% devem vir de um alimento “completo e balanceado”, formulado para atender todas as necessidades nutricionais.
Por que respeitar esse limite?
- Controle de peso: petiscos calóricos em excesso levam ao sobrepeso e à obesidade.
- Equilíbrio nutricional: se a quantidade de petiscos aumenta demais, o pet ingere menos da ração ou alimento principal, o que pode gerar deficiências de vitaminas e minerais.
- Saúde digestiva: exagero de guloseimas pode causar diarreia ou vômitos, especialmente em animais sensíveis.
Como aplicar na prática
- Verifique no rótulo do alimento principal quantas calorias seu pet precisa por dia.
- Calcule aproximadamente quantas calorias têm os petiscos que você oferece. Muitas marcas informam isso na embalagem.
- Se não houver informação, ofereça pequenas quantidades e observe o peso e a condição corporal do animal ao longo das semanas.
- Prefira petiscos funcionais, que além de saborosos, tenham algum benefício extra, como higiene oral ou baixo teor calórico.
Seguindo essa regra simples, você garante que o pet continue saudável, evita sobrepeso e mantém o prazer de oferecer guloseimas sem comprometer a dieta.