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Higienização das mãos e EPI básico: o que é e quando usar
A higienização das mãos é uma das medidas mais eficazes para prevenir a transmissão de infecções dentro do hospital.
O acompanhante hospitalar deve compreender que as mãos são um dos principais veículos de microrganismos e que a limpeza correta protege tanto o paciente quanto ele próprio.
A higienização pode ser realizada de duas formas:
- Com água e sabão: indicada quando há sujeira visível, após ir ao banheiro ou antes e depois de tocar superfícies potencialmente contaminadas.
- Com álcool em gel 70%: útil quando não há sujeira visível, como ao entrar no quarto do paciente ou após contato breve com superfícies comuns.
O processo deve abranger todas as partes das mãos, incluindo palmas, dorso, entre os dedos e unhas, realizando movimentos circulares por pelo menos 20 segundos. Essa prática simples reduz significativamente o risco de infecções hospitalares.
Além das mãos, o acompanhante deve conhecer e usar corretamente os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), que protegem contra contato com fluidos, secreções ou objetos contaminados. Os principais EPIs utilizados pelo acompanhante incluem:
- Luvas descartáveis: para contato com secreções ou limpeza de superfícies próximas ao paciente.
- Máscaras: para reduzir a transmissão de doenças respiratórias, especialmente em casos de pacientes com sintomas de gripe, tosse ou COVID-19.
- Aventais ou jalecos: usados quando há risco de contato com líquidos ou substâncias que possam sujar roupas ou pele.
O uso correto do EPI deve obedecer às orientações da equipe de saúde. É importante não reutilizar itens descartáveis, retirar o EPI antes de sair do quarto e higienizar as mãos após o contato.
A prática constante da higienização das mãos e do uso correto de EPIs garante que o acompanhante hospitalar contribua para um ambiente mais seguro, prevenindo infecções e promovendo a saúde do paciente. Mesmo sendo medidas simples, elas são fundamentais para a proteção de todos dentro do hospital.